Marca é coisa séria!

No post dessa semana vamos falar um pouco sobre uma das áreas da comunicação que mais me cativa, Branding!

Mas o que patavinas é Branding? Você não ia falar de marca, logo, logotipo essas coisas? Calma, eis que aí reside uma questão um tanto polêmica. Branding é o conjunto de ações que quando bem planejadas, geram percepção de valor na marca e, design é apenas uma dessas etapas. É fato que sem imagem não existe percepção, mas o valor da marca vai além do design.

Hoje vemos corriqueiramente no mercado projetos de marca puramente apoiados em estética, apesar da iniciativa ser válida, prefiro considerar isso como um primeiro esforço para entrar em campo, pois não há posteridade para uma marca superficial, para ter eficiência depois do primeiro impacto ela precisa passar a mensagem certa, para um público específico e ainda ser relevante para ele. Em resumo, um bom design é apenas o começo para uma marca de sucesso, então vamos explorar um pouco mais do que pode ser feito.

Com uma oferta de produtos e serviços cada vez maior, o consumidor tem um leque gigantesco a escolher,  as marcas são o índice que ajuda nessa escolha, elas precisam buscar uma forma de estabelecer uma ligações emocional com seus clientes, tornar-se insubstituível para ter uma relação duradoura e para poder fazer isso é preciso se conhecer muito bem.

Então vamos começar com 4 perguntas que todo Gestor deve fazer às suas marcas:

Quem é você? Quem precisa saber? Como eles vão te achar? Por você é relevante para eles?

É muito importante analisar bem sua marca e ser sincero, são estas respostas que lhe dão o seu público alvo, pontos de contato da marca e até o seu tom de comunicação. Esse autoconhecimento da marca e do seu core business pode clarear toda sua estratégia ou fortalecer seu posicionamento atual, é claro que as perguntas são apenas o começo do escopo de todo projeto. O processo de marca é profundo e trabalhoso, e deve ser assim, para ter maior assertividade, ainda temos etapas como: pesquisa do segmento, o planejamento definindo a estratégia, vai para o naming,  que é um processo 20% criativo em 80% administrativo, chega na etapa de design, passa a criação de pontos de contato e apresentação e, por último a gestão de ativos que é a marca no mundo, as pessoas de fato interagindo com ela.

É claro que algumas marcas podem ter processos mais simplificados, como alguns casos de redesenho de marca onde geralmente a etapa de nome é pulada, porém, na metodologia padrão a parte de naming tende a ser a mais trabalhosa e, depende de diversas validações externas como o INPI, registros e etc.

Finalizo essa matéria deixando dois links com algumas marcas as quais foram criadas por mim ou fiz a sua direção de criação. Confere aí e qualquer dúvida ou sugestão deixe seu comentário.

https://www.behance.net/gallery/18672991/logofolio-1

https://www.behance.net/gallery/47363683/Logofolio-2016

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Vitor Guilherme Ferreira

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Diretor de Criação na Agência Lola, motociclista desse mundão!
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